Romances e histórias melodramáticas são as armas para alavancar a audiência de ”Guerra dos Sexos”

Segundo os resultados dos grupos de discussão realizados em São Paulo, constatou-se que a novela ”Guerra dos Sexos” atinge mais as classes A e B, que se identificam mais com ela. Já a tão falada classe C a rejeita, e pouco entende de seu enredo de comédia. As principais pessoas que demonstram uma certa dificuldade em sua compreensão são as senhoras idosas, que estariam levando a sério as brigas entre Charlô e Otávio, ao invés de estarem de divertindo.

Diante disso, patinando no ibope, não há muito o que se fazer. Seu autor, o consagrado Silvio de Abreu já revelou que não pretende mudar o foco de sua trama para atender outro tipo de público. O jeito agora é seguir seu planejamento.

Assim como na obra de 1983 (a original), á partir do capítulo 50 o foco deverá ser maior em histórias de romances e melodramáticas  – armas que podem fazer com que a classe C se interesse um pouco mais por sua história.

Leonardo Gabriel

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