CLUB TV TERÁ ALEX DE FRANÇA ALELUIA COMO COLUNISTA

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O Club TV, um dos portais mais informativo da atualidade, contará com um novo redator e colunista, Alex de França Aleluia para trazer de primeira mão notícias e opinião das diversas dramaturgias existentes no Brasil e no Mundo. Tudo isso para levar mais conteúdo e não perdendo a qualidade de sempre.

Alex de França Aleluia é professor de Literatura e Língua Portuguesa, escritor de cinco obras de ficção, entre eles, O Aniversário da Editora Modo, roteirista e dramaturgo. Alex escreve para portais de notícias, já lançou um folhetim no Jornal A Cidade de Votuporanga e pelo segundo ano tem seus trabalhos publicados revelando o dia a dia dos paulistanos, Crônicas de São Paulo. Alex dá capacitações para professores municipais e leciona em faculdade.

Alex já tem seus trabalhos de dramaturgias reconhecidos no interior de São Paulo. Ano que vem um texto seu será encenado por um grupo famoso e respeitado de teatro que terá uma longa jornada em todo o país.

O nosso redator trará análises de dramaturgias tanto de novelas, quanto de seriados, além de notícias quentíssimas sobre os bastidores da TV, neste aspecto.

Sua coluna, Club Dramaturgia, assim chamada, pois a coluna já é existente e que será dada continuidade, será comandada por Alex a partir de janeiro de 2014, mas ele já estará na ativa como redator trazendo um grande movimento dramatúrgico.

Em seu twitter, @escritoralexf, o nosso mais novo membro disse em estar feliz por fazer parte da família Club TV e que já aprendeu bastante com Henrique Oliveira, presidente do portal.

Mais informações do nosso redator e colunista: www.professoralexdefranca.wordpress.com

Então, fiquem ligados em nosso CLUB TV!

Club Dramaturgia News #8: Reprise de ”Rubi”, ”Em Família” e próxima novela das seis são os destaques

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Nesta semana, as principais pautas dizem respeito as próximas novelas da Globo – Joia Rara e Em Família – da dupla Duca Rachid e Thelma Guedes, e Manoel Carlos, respectivamente. Ambas autoras que ficam encarregadas de escrever para a faixa das seis da noite prometem fazer mais uma obra virar um grande sucesso. E se depender da historia e investimentos, isso raramente deixará de ocorrer.

A re-reprise de ”Rubi” também é um dos destaques. O folhetim mexicano ocupará o lugar de ”A Usurpadora” e divide opiniões. Confira !

SBT APOSTA NA REAPRESENTAÇÃO DE RUBI

Rubi: ”Tão bela, quando perversa”

Mais uma vez ”la descarada” estará de volta na Rede do homem do baú. Bom, não é? Para alguns que conferiram a novela no passado e gostaram sim, para os outros (leia-se fãs de Gaby Spanic), a emissora brincou com eles. Tudo porque, esperam, lutam, sonham, e até irritam o diretor de programação com tantos pedidos de ”Soy Tu Dueña”, também não é por menos, afinal, o SBT a adquiriu em 2010 e há muito tempo que ela está inteiramente dublada.

Para os que se contentam com a ”joia”, vale e pela conferi-la, pois além de ser inovadora, mostra também uma lição importante sobre ambição, cobiça, traições, e vaidade.

A história gira em torno de Rubi, jovem extremamente bonita, que fará de tudo para sair da pobreza, nem que para isso tenha que abdicar de seu amor por Alessandro. 

A trama apresenta alguns nomes conhecidos por nós brasileiros de outras produções mexicanas por aqui apresentadas. É o caso de Jaqueline Bracamontes (a Candy de As Tontas Não Vão Ao Céu), Paty Diaz (A Lalinha da Usurpadora) e Yadhira Carrilo (a empregada má de Mas Além da Usurpadora e a Carlota e Cordélia de A Outra).

As divulgação começou a ser feita na tarde do último Domingo.

PRÓXIMA NOVELA DAS SEIS CONTARÁ COM PRODUÇÃO DE HORÁRIO DAS NOVE

A Globo promete ousar em sua próxima novela das seis, ”Joia Rara”. Haverão gravações no Nepal, onde uma equipe formada por 50 profissionais se deslocarão para lá para a realização de alguns trabalhos.

A produção será digna do horário mais nobre do canal, e os investimentos bastante ousados.

A trama contará a história de um jovem muito rico que sofre um acidente no Tibete. Lá, será cuidado por um monge em um mosteiro, que acabará morrendo.

A partir daí, o jovem regressará ao seu país para tentar reencontrar o tal monge que reencarnou em uma outra pessoa.

Além disso, a obra de Duca e Thelma contará com ares de cinema. Nela, serão utilizadas câmeras dos EUA.

MANOEL CARLOS COMEÇA A RESERVAR NOMES PARA ”EM FAMÍLIA”

O novelista que sucederá Walcyr Carrasco com ”Amor á Vida” no próximo ano, Manoel Carlos, segue trabalhando para sua próxima trama. Ela se chamará ‘Em Família”, e contará com a última Helena, sempre presente em suas histórias sonolentas.

Para esta, ele tratou de reservar alguns nomes, e outros ainda são apenas desejos, pois se encontram envolvidos com outros trabalhos.

Como se sabe, Júlia Lemmertz será a protagonista. Bruna Marquezine também estará presente, como a Helena jovem, e posteriormente com filha dela. Os demais nomes selecionados são esses: Helena Ranaldi, Natália do Vale, Júlia Almeida, Alinne Moraes, Tony Ramos, Viviane Pasmanter, e outros.

Os desejados por Maneco são Henri Castelli (no ar em Flor do Caribe), e José Mayer e Lília Cabaral (envolvidos com o remake de Saamandaia). A dupla que formarão par na nova novela das onze se mostraram dispostos a encarar mais um trabalho.

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‘BETTY’ VOLTA A MARCAR 1 PONTO

A atual reprise da RedeTV ‘Betty, a feia’ chegou a emplacar 3 pontos arredondados nos IBOPE da grande São Paulo, mas esta marca não tem se repetido.

Na última terça (16), por exemplo, o folhetim colombiano marcou 1 ponto nos arredondamentos, tendo, provavelmente marcado entre 0.8 e 1.1.

A novela que é fator decisivo na média-dia da emissora não está surtindo os efeitos esperados e a audiência do canal continua uniforme.

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GUERRA DOS SEXOS VEM SE APROXIMANDO DA META

Na última segunda (15), uma das cenas mais esperadas da reta final de Guerra dos Sexos, foi exibida. Estrelada por Nieta (Drica Moraes) e Carolina (Bianca Bin), a cena em que Nieta descobre mais um dos podres da filha e rasga o vestido de noiva da vilã é uma homenagem a Vale Tudo, um dos maiores sucessos do horário nobre.

No capítulo em questão e no consecutivo, o folhetim cravou 27 pontos com garra e está cada vez mais se aproximando da meta, porém, vale frisar que o folhetim se encerra na próxima semana como um dos maiores fracassos do horário.

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‘SALVE JORGE’: ROSÂNGELA VÊ MORENA EM AEROPORTO

Para a próxima semana, em Salve Jorge, Glória Perez preparou algumas emoções e uma delas é a volta de Morena (Nanda Costa) para a Turquia. E desta vez, ao que parece, irá ficar até o final visto que o desfecho dos três casais protagonistas – Theo (Rodrigo Lombardi) e Morena, Helô (Giovana Antonelli) e Stenio (Alexandre Nero), Bianca (Cleo Pires) e Zyah (Domingos Montagner) – devem ocorrer na Capadócia.

No dia 25, Morena estará no Aeroporto quando Rosângela (Paloma Bernardi) a verá e contará imediatamente para Wanda (Totia Meirelles). A vilã, por sua vez avisa para Russo que a mocinha está indo para a Turquia e o personagem de Adriano Garib armará uma cilada para ela.

Em Istambul, no entanto, Morena, que estará fortemente protegida pela polícia, conseguirá seguir tranquilamente e começará a planejar sua participação na investigação.

CLUB DRAMATURGIA #05: TOP 5 – Helenas de Maneco (BLOCO B) [SEASON FINALE]

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Lilian

Lílian Lemmertz foi a primeira das Helenas e, coincidentemente, ela abre o nosso pódio das TRÊS MELHORES HELENAS. Helena Seixas Miranda podia ser definida como uma mulher pobre, humilde, simples, guerreira e apaixonada.

Helena era uma moça pobre em Porto Alegre quando conheceu Joaquim (Raul Cortez) e viveu uma paixão tórrida e quente. A mocinha se entrega de corpo e alma ao romance e engravida, mas seu amado já estava noivo e não queria de nenhuma forma se desfazer do casamento.

No meio de tudo isso, Helena descobre que está grávida de gêmeos e não vê possibilidade de criar os dois, a não ser que passe fome junto com os filhos. A única saída é entregar um deles ao pai e os irmãos crescem separados.

A atuação de Lílian é realmente brilhante neste folhetim. A personagem é muito complexa e não foi à toa que a primeira escalada para o papel foi Fernanda Montenegro, considerada até hoje a atriz mais talentosa do Brasil, mas por determinação da direção e com um empurrãozinho do destino ela foi parar no colo da mãe de Julia Lemmertz.

Esta personagem ainda está guardada no coração de muitos brasileiros que jamais conseguiram esquecer o brilho de Lílian.

Pra você, que é jovem como eu, e não teve oportunidade de assistir ao folhetim, aí vai uma cena – com imagem péssima -, mas que mostra perfeitamente a densidade dramática que ela tinha:

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A prata deste pódio vai para Regina Duarte e sua mãezona de Por Amor. A novela que encantou e ainda encanta a todos marca presença com certeza no TOP 5. Para quem ainda não conhece a história de Helena Viana, eu vou explicar.

Helena (Regina Duarte) e sua filha Maria Eduarda (Débora Duarte) cultivam uma verdadeira relação de amizade e decidem viajar para Veneza, na Itália, para a despedida de solteira de Eduarda que em breve se casará com Marcelo (Fábio Assunção). Na cidade do amor, Helena conhece Atílio (Antonio Fagundes) e vive uma paixão devastadora. Ele vai para o Brasil, se divorcia de sua esposa e casa-se com Helena.

Por uma ironia do destino, ou não, mãe e filha engravidam na mesma época e chegam a dar a luz no mesmo dia, hora e hospital. Porém as duas não têm a mesma sorte: embora Helena tenha tido uma gravidez difícil devido a idade, Eduarda tem uma complicação e além de ter o filho nascido morto tem que retirar o útero por causa de uma série de hemorragias e, desta forma, não poderá mais engravidar.

Helena, comovida com sua filha que já é bem mimada, implora para Cézar (Marcelo Serrado), um médico amigo da família, que os bebês sejam trocados e esse sacrifício é feito por amor.

Uma mãe dessas merece realmente um primeiro lugar não é mesmo? Eu não coloquei por que acho que ela foi egoísta com Atílio que queria esse filho tanto quanto ela e por isso eu a deixo no segundo lugar.

Reveja ou veja a cena da troca de bebês (créditos no vídeo):

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Quem leva o troféu de Melhor Helena de Manoel Carlos no Club Dramaturgia desta terça é Vera Fischer, com a Helena que, em minha opinião teve mais garra, uma mulher que abriu mão não apenas de um filho como a Helena de Por Amor, mas te toda uma vida que tinha pela frente para a salvação de sua filha.

Logo no primeiro capítulo nossa heroína é atropelada por Edu (Reynaldo Gianecchini) e acaba tendo um antipatia inicial que, ao longo da trama, se transforma em uma paixão que sofrerá inúmeros preconceitos, a final, ele é 20 anos mais novo que ela.

Logo em seguida, Camila (Carolina Dieckmann), filha mais nova de Helena, conhece Edu e cria um laço de amizade com ele. Tempos depois, não apenas Camila, mas também Eduardo descobre que estão apaixonados e um drama de filha que “rouba” o namorado da mãe se desenvolve. Todavia, Helena, como mãe leoa que é, logo se afasta de seu namorado para que sua filha viva esse romance.

Miguel (Tony Ramos), que desde o primeiro olhar já sentia atração por Helena, resolve se aproximar da loira e os dois começam a ter um envolvimento. É no meio desse relacionamento que Camila descobre que tem leucemia. Para salvar sua filha, Helena rompe com Miguel e vai à procura de Pedro (José Meyer), pai de Camila que ela ainda não conhecia, e explica toda a situação para ele, propondo que os dois se envolvessem novamente para que ela pudesse engravidar e doar as células tronco do cordão umbilical do filho para Camila.

Acho que você já percebeu por que a Helena de Vera Fisher mereceu o primeiro lugar não é mesmo? Ela poderia ter sido muito feliz com Edu ou com Miguel, mas abdicou de tudo para salvar a sua filha. Um verdadeiro sacrifício POR AMOR!

E como protagonista que se preze sabe dar uma boa surra, veja a que nossa heroína deu em Íris (Deboráh Secco), uma ninfeta que vivia a atormentar Camila.

Para encerrar esta coluna com menção honrosa, selecionei uma cena de Regina Duarte em “Páginas da Vida”, uma Helena realmente cativante, que enfrentava a barra de se separar do marido, mas, por caridade, adotou uma criança portadora de síndrome de down. A mãe da criança faleceu no parto e a avó dela não quis assumi-la, desta forma, Helena a adotou e lutou pelos diretos dela durante toda a trama.

COMUNICADO DO COLUNISTA

Bom… gente, só queria dizer que foi mundo estar com vocês nesta últimas semanas, mas, infelizmente, o Club Dramaturgia é uma coluna por temporadas, ou seja, não posso ficar aqui todas as semanas revivendo cenas, novelas e personagens marcantes, mas já apresentei um novo formato do Club Dramaturgia para a direção, que foi aprovado, e, a partir do próximo mês, eu estarei novamente às terças, neste mesmo horário, ao lado de Leonardo Gabriel (que também me ajudou no Club Dramaturgia Retrô) e na sua companhia, é claro.

Tudo o que posso adiantar sobre esse novo formato é que não terá essa influência das matérias especiais, mas sim algo mais jornalístico, apresentando notícias sobre as novelas, revelando spoilers, citando audiências e conversando sobre os bastidores. Enfim, espero ter esta mesma recepção na próxima coluna e até fevereiro!

@jpaulo_as

CLUB DRAMATURGIA #05: TOP 5 – Helenas de Maneco (SEASON FINALE)

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OLÁ, leitor do Club Dramaturgia que ainda não me conhece. Meu twitter é @jpaulo_as e chegou sua chance de conhecer esse cara simpático, talentoso e lindo que sou – sqn. Bem, vamos começar a falar sobre o tema da edição de hoje que teria de ser muito especial, uma vez que essa é a última da temporada (me iluda com sua cara de tristeza, please). Decidi fazer um TOP 5, coisa que já andava querendo há um tempo, mas ficou a pergunta na minha cabeça: “de quê?”. A resposta só me veio à mente quando li uma notícia de que o ciclo de Helenas de Manoel Carlos está chegando ao fim e eu pensei “nada melhor do que lembrar as cinco melhores, não é mesmo?”. E deu no que deu, estou começando oficialmente o Club Dramaturgia “TOP 5 – Helenas de Manoel Carlos”.

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Ninguém melhor para abrir o nosso Top 5 do que Christiane Torloni (foto) não é mesmo? Em 2003 ela ganhou um presente de Manoel Carlos chamado Helena Moraes Ribeiro Alves. Sua Helena foi a única que pensava mais em si do que na família. Enquanto as outras faziam sacrifícios e loucuras por seus filhos, Helena Moraes refletia se era realmente feliz com sua vida: casada com o músico Téo e mãe adotiva do pequeno Lucas.

As reflexões dela se tornam mais presentes quando ela encontra um grande amor da juventude, César, com quem viveu um romance 15 anos antes. Ela luta contra a atração dos dois, mas é algo inevitável e eles acabam se juntando.

Christiane Torloni então abre o nosso pódio na quinta colocação com sua brilhante Helena, uma mulher comedida, atraente e responsável que esteve entre o dilema amor x família a maior parte da trama, encontrando o equilíbrio apenas no meio do folhetim.

Assista a um vídeo da atuação de Christiane como Helena logo à baixo:

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Maitê Proença interpreta Helena, natural da fictícia Vila Feliz (MG), e é durante um jogo da copa do mundo que ela conhece o homem da sua vida, Álvaro (Tony Ramos), e eles acabam vivendo um intenso romance. Todavia, ela acaba se casando com Mário (Herson Capri), mas o casamento se revela um completo fiasco e a separação se torna inevitável.

O destino decide dar uma segunda chance à Helena e Álvaro e eles têm um breve reencontro que acaba gerando um fruto: a pequena Bia. Porém, Álvaro era casado coma rica e problemática Débora (Viviane Pasmater) e Helena, com medo de contar para os pais conservadores que está grávida de um homem comprometido, parte para o Rio de Janeiro.

Na base do trigésimo capítulo, oito anos se passam e Helena, já com a filha um pouco crescida, vai trabalhar na casa de Cândica (Laura Cardoso) e lá acaba descobrindo que ela é mãe de Álvaro, que ele ainda está casado e tem um filho, o pequeno Alvinho. Nossa heroína tenta de todas as formas evitar um laço com o personagem de Tony Ramos, porém ele já está feito e se chama Bia. Eles só começam a se aproximar de verdade com a amizade crescente entre seus filhos.

Mas se pensam que essa união será fácil, eles estão muito enganados: Débora se mostra uma esposa psicopata e obsecada pelo marido. Os últimos capítulos da trama são marcados por sequências emocionantes em que Helena revela que Bia é filha de Álvaro, Débora tenta matá-la, mas acaba sofrendo um acidente e ficando sem o movimento das pernas e os mocinhos têm um final feliz.

Veja a cena agora onde Helena está sendo violentada por um admirador de Vila Feliz, mas é felizmente salva por Chico Treva.

Agora vamos para a nossa tradicional troca de bloco e fique atento, pois, se seu relógio estiver marcando que são mais de 20h20 de 22 de janeiro de 2013, quer dizer que o segundo bloco já saiu, é só acessar esse link —–> https://clubdatelevisao.wordpress.com/category/club-tv-2/colunas/club-dramaturgia/ To te esperando lá!

CLUB DRAMATURGIA #04: Bordões da Telinha (BLOCO B)

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Laura

O bordão de agora, caro leitor, é muito romântico. Trata-se do “É tão romântico” da Laura de Carrossel. A Aysha Benelli está dando vida a doce Laura desde o dia 21 de maio deste ano nas nossas telinhas e não tem deixado nada a desejar, pois, além de derreter nossos corações com os seus dramas, ela também nos diverte nas suas trapalhadas.

Não há nem motivo compará-la para a primeira Laura, interpretada por Hilda Chávez, pois ela está se saindo tão bem quanto a primeira. Enfim, ela é tão romântica. Vamos ver um vídeo com uma cena dela falando seu famoso bordão. 

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Suzy

“Vem cá, te conheço?”, se você lembrou-se dos bons tempos do Zorra Total fique sabendo que nós não vamos falar sobre a brilhante performance da Maria Clara Gueiros neste humorístico e sim de um bordão dela na novela “Beleza Pura”, dando vida à alegre Suzy ela era do tipo que perde o emprego, mas não perde a piada. Entendeu? Se não… aqui vai um vídeo pra te ajudar.

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Dona

Nosso próximo bordão não é brinquedo não, amigo leitor, se prepare para enfrentar a Dona Jura, ilustre personagem de Solange Couto em O Clone. A mais famosa comerciante de São Cristovão não brincava em serviço e enfrentava qualquer um que ousasse zombar dela. Confira aí um pequeno vídeo dessa performance, por que nós ainda temos dois bordões para abordar. 

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Lucineide

Ainda falando de Glória Perez, é bom parar um pouquinho aí, por que a baiana Lucineide de Explode Coração adora um barraco e criou uma maneira bem “chiclete”de dar aquela cortada no seu marido, o Salgadinho. E, de uma hora para a outra o Brasil inteiro estava dando cortadas com apenas duas palavras: “Stop, Salgadinho”. Confira:

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Odete

E para fechar com chave de ouro esta edição, vamos de Odete, personagem de O Clone, que vivia a mergulhar nas águas do piscinão de Ramos onde, como ela mesma dizia, “cada mergulho é um flash”e vamos adulterar esse bordão hoje para “cada encerramento é um flash”. Fiquem com Deus e com a Odete. #FUI

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CLUB DRAMATURGIA #04: Bordões da Telinha (BLOCO A)

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Boa Noite, está começando mais um Club Dramaturgia. [Os educados responderam] Hoje nós vamos falar um pouco sobre os bordões que marcaram a telinha, relembrando-os juntamente a alguns personagens, assistindo a vídeos e vendo fotos que reuni para nos ajudar nesta volta ao passado. Para começar nossa coluna, vou explicar para quem não sabe – ou não consegue ligar o nome a pessoa – o que é um bordão. Aí você pergunta: “João Paulo, o que é um bordão?” e eu respondo “Ah, caro leitor, um bordão é uma expressão típica de um personagem que a repete sempre numa situação em que tem o mesmo sentimento”. Para que você entenda melhor, vamos fundo em alguns bordões. Começou, oficialmente, o Club Dramaturgia!

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No nosso estudo sobre bordões, vamos começar com um bordão mais recente, o “Are Baba” de Caminho das Índias. Embora não tenha sido um bordão propriamente dito no folhetim de Glória Perez, ele o foi na boca do povo. Em 2009, era bem comum você ouvir alguém dizer “Are Baba” quando queria falar “poxa” ou “meu Deus” e era mais comum ainda a pessoa entender. Veja como a expressão soava tão natural nas conversas dos indianos da novela:

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Bianca

Mais um bordão que ficou gravado na memória do telespectador foi da personagem de Isabelle Drummond na novela ‘Caras & Bocas’, a divertida Bianca. A história de Bianca era de uma patricinha que, juntamente a sua mãe, ficam pobres e vão morar no subúrbio do Rio de Janeiro. Para recuperar sua fortuna, ela embarca numa série de pequenos empreendimentos como venda coxinhas e bolos, mas ela se encontra mesmo nos biscoitos de polvilho.

Voltando aos bordões, o que a Bianca adorava falar e que grudava na língua do telespectador era “É a treva!”, que substituía expressões que demonstravam descontentamento por parte da pessoa. Assista a um vídeo com duas cenas da Bianca e seu “É a treva!”.

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Cássio

O “É a treva!” da Bianca realmente grudou como chiclete na boca do povo e, por falar em chiclete, Caras & Bocas teve outro personagem com bordões interessantes, foi o “Cássio”, homossexual interpretado pelo Marcos Pigossi. Mas ninguém melhor para explicar os bordões como “Rosa Chiclete”, “Choquei” e “Perua” do que o próprio autor. Confira uma entrevistada dada por ele na época para o vídeo show. 

Se mesmo assim você ainda não entendeu o significado dos bordões do Cássio eu vou explicar um pouco. Quando ele fala “Tô rosa chiclete”, quer dizer que ele está surpreso com algum acontecimento, que é bem similar ao “Choquei” que não quer dizer que ele chocou um ovo e sim que ele está chocado. Já o “Perua” era um apelido carinhoso dele dado para a Léa (Maria Zilda). Agora vamos continuar com os bordões:

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Crô

E aí, reconhece? Já sabe de que expressões nós vamos falar agora? Ai, não, para. CONGELA! Você ainda não lembra? Vish… que memória fraca. O Crodoaldo Valério (Marcelo Serrado) de Fina Estampa até hoje dá um bom caldo para a televisão, principalmente por que ano que vem ele vai ganhar um filme cujo título é “Super Crô”.

Considerado um dos pontos altos da novela, o Crô divertiu o país durante os oito meses de exibição da novela, sem pausa nem pra respirar, mas também decepcionou um pouco os telespectadores quando não soubemos quem era o seu amante secreto, cuja única pista era a tatuagem de escorpião no pé.

Os bordões dele eram “Ai não, para”, “Congela” entre outros… além dos vocativos que ele dava para sua patroa, a Tereza Christina (Christiane Torloni), que vão de “Poderosa de Égides” a “Rainha do Nilo”.

E aqui vai um mix emprestado do Vídeo Show com alguns dos melhores momentos do Crodoaldo. 

A NOSSA VIAGEM PELOS BORDÕES DAS NOVELAS NÃO PARA POR AQUI. UM PEQUENO INTERVALO DE 15 MINUTOS – QUE TALVEZ JÁ ATÉ TENHA PASSADO, OLHE BEM NO SEU RELÓGIO SE JÁ NÃO SÃO 10H15 – E SEGURA QUE NO PRÓXIMO BLOCO TEM DONA JURA, LAURA DO CARROSSEL E MUITO MAIS…

CLUB DRAMATURGIA #03: Balacobaco no Ar (BLOCO B)

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Confesso que gostei das gêmeas Paranhes. As maldosas Diva (Barbara Borges) e Dóris (Roberta Gualda) não são lá muito divertidas, mas as atrizes encontraram exatamente o tom das personagens e são uma das poucas que conseguem prender a atenção do telespectador nas suas sequências.

Separadas, essas gêmeas não tem graça nenhuma, mas quando tão juntas, conseguem arrancar risos e mais risos. Barbara e Roberta merecem o destaque que suas personagens estão ganhando nesta novela.

Veja uma das trapalhadas dessas duas:

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Plínio foi um dos poucos personagens que me chamaram atenção na novela. Além da brilhante performance do Rodrigo Phavanello ao imprimir um tom sedutor a sua voz, ele tem um potencial para divertir muito o público da novela, todavia não está recebendo muito destaque.

Mas a cônjuge dele está. A chata Violeta (Simone Spoladore) chegou a convencer um pouco no começo, mas depois tudo o que ela fazia era muito repetitivo, o que fazia com que suas cenas começassem a se desgastar.

Veja uma cena do Plínio apresentando seu programa na Rádio Ampola.

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Bruno Ferrari é um bom ator, já trabalhou em diversas produções da emissora dos bispos e atualmente encara o grande vilão da novela “Balacobaco”. Porém, há um obstáculo muito complicado que ele tem que compreender para se sair bem na trama: que é o emaranhado de personalidades de seu personagem.

Norberto não é simplesmente um filho incompreendido pelo pai que tenta de todas as maneiras chamar a atenção do progenitor. Ele também é o sócio e irmão invejoso que  cultiva mágoas por causa de um relacionamento passado. Além de tudo, é dono de um cassino clandestino.

Por que Norberto tem tantas personalidades? Essa é fácil. A intenção da autora foi criar um psicopata, um louco, um ser humano cujo coração é de pedra. Ambicioso. Arrogante. Violento. Noberto é uma cópia mal reproduzida do autêntico Leo de “Insensato Coração”, mais ainda uma diferença entre os dois: Leo era experto. Norberto é facilmente enganado por sua noiva e a sogra.

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Salve, Solange Couto. A melhor atriz no elenco do folhetim. Vivendo a Cremilda, uma charlatã que vive de golpes, Solange é a única que realmente vive o personagem intensamente. E digo mais, se há alguém no cast da Record que eu colocaria para viver a “Dona Xepa” seria ela, porém, como já é a Cremi de Balaco essa hipótese não pode existir.

Ela já começa a novela se fingindo de cega com o Zé Maria para ganhar uma grana fácil, uma sequência plausível, que não recorre à violência e à nudez exibida na cena de abertura com o Bruno Ferrari e a Bárbara Borges seminus. Mas a cena que realmente me convenceu que ela era a melhor, foi quando Solange deu vida à madame Castrupe. Veja esta cena:

Momento final da coluna, chegou a hora de atribuir notas à novela. As notas vão de 1 à 5 estrelas. Sendo: NENHUMA ESTRELA (PÉSSIMO), 1 ESTRELA (RUIM), 2 ESTRELAS (FRACO), 3 ESTRELAS (POTENCIALMENTE BOA), 4 ESTRELAS (BOA), 5 ESTRELAS (EXCELENTE). Vamos que vamos.

ELENCO: 

3 estrelas

EFEITOS: 

3 estrelas

FOTOGRAFIA:

4 estrelas

SONOPLASTIA:

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ROTEIRO: 

3 estrelas

CONTINUIDADE: 

4 estrelas

CLASSIFICAÇÃO:  

3 estrelas

NOTA GERAL:

3 estrelas

Para encerrar, vamos assistir a cena do acidente de Isabel, que foi muito bem elaborada.

CLUB DRAMATURGIA #3: Balacobaco no Ar (BLOCO A)

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Boa noite, noveleiros de plantão. É muito bom começar o ano na companhia dos melhores leitores dessa blogosfera e, para tanto, preparo uma edição do balacobaco. Se ligou né? Então… para que nossa coluna não seja apontada como “globista”, vamos quebrar a sequência das duas últimas edições falando sobre a Rede Globo e conversar um pouco sobre “Balacobaco”, atual produção da RecNov. Além de informativa, esta edição será crítica, por isso gostaria de fazer algumas observações antes de começarmos.

Primeiro: a crítica a baixo é totalmente baseada nos primeiros capítulos da trama, visto que não sou telespectador da mesma. Segundo: uma coluna expressa as opiniões do colunista, por isso não adianta provocar desentendimentos nos comentários, pois eu não vou compactuar. Terceiro: Agora sim podemos começar, com “Balacobaco no Ar”.

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Balacobaco tem um enredo confuso e apelativo. A sensação que dá quando se assiste ao folhetim, é que a autora, Gisele Joras, recebeu um apelo da direção da Record para escrever um sucesso estrondoso, para isso, saiu colhendo o que houve de melhor nos folhetins já exibidos no Brasil e juntou para ver se conseguiria uma audiência significativa.

Mas o efeito saiu pela culatra, a trama atrai poucos telespectadores e oscila no terceiro lugar, já tendo marcado 2 pontos, uma das piores audiências de novelas dos últimos anos. O resultado dessa “coleção” de personalidades resultou em clichês chatos e personagens que não se encontram.

Vamos listar alguns clichês do folhetim de Gisele Joras:

Zé Maria (Sílvio Guindane) mente para os colegas da faculdade dizendo pagando de playboyzinho rico quando na verdade vive de pequenos golpes.

Taís (Letícia Medina) vive no seu mundo perfeito, até descobrir que seu pai não era quem pensava ser. A típica “garota rebelde” que procura sua identidade.

Marlene (Antônia Fontenelle) deu o golpe do baú em um velhote burro e agora empurra sua filha Luiza (Mariah Rocha)para o mesmo a caminho.

– O vilão Norberto (Bruno Ferrari) é dono de um cassino, é desacreditado pelo pai e tem uma rixa com o “irmão” Eduardo (Victor Pecoraro), por causa de um romance e de uma namorada.

Danilo (Roger Gobeth) é viciado no pôquer e está altamente endividado no cassino, o que acaba gerando uma perseguição.

E ainda tem mais, mas se eu continuar listando o limite, a edição chega e eu não termino as críticas. 

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Em “Balacobaco”, Victor Pecoraro encara seu primeiro protagonista, mas ele já começou mal. Além da novela ser um fiasco no quesito audiência, o seu personagem, o Eduardo, está no TOP 10 dos mais chatos do folhetim.

Mesmo tendo trabalhado em diversas tramas globais como “Chocolate com Pimenta” e “Aquele Beijo”, a atuação do rapaz ainda deixa muito a desejar, o que corresponde com seu papel na novela.

Não sei exatamente como ele está se saindo agora, uma vez que a trama já deve estar pelo capítulo 60, mas as primeiras sequências dele na trama são chatíssimas e em algumas ele mais parece um figurante do que “o protagonista”. Deixando que Bruno Ferrari roube toda a cena como o inescrupuloso Norberto.

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A protagonista da trama, Juliana Silveira, mais conhecida como Floribella, e o seu par romântico Roger Gobeth, mais conhecido como Fred, se encontram novamente na trama de Gisele Joras, mas, ao que parece, não é por acaso que eles estão se reencontrando.

Juntar os protagonistas do sucesso “Floribella” da Bandeirantes, que acarretou vários fãs em todo Brasil, pode ter sido uma das estratégias da Record para obter mais audiência, porém, a imprensa não deu muita atenção e quase nenhuma nota sobre essa “reunião” foi publicada antes da estreia da novela.

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O sonoplasta de Balacobaco também deve ter recebido a ordem da emissora de só colocar músicas com potenciais para sucesso, mas nem sempre as músicas que fazem sucesso são boas. E foi assim: “era uma vez um sonoplasta da Record que decidiu cometer o mesmo erro das concorrentes e colocar músicas sem conteúdo na trilha sonora de certo folhetim.”.

Penso que não preciso citar quais músicas não são interessantes, todavia, vou citar algumas que achei interessantes, como Céu Azul, de Charlie Brown Kr, Coleção, de Mauricio Manieri e Pingos de Amor, da banda Papas na Língua. Entre essas três eu elegi “Coleção”, como mais bonita e preparei um vídeo com essa música, vejam só:

Para os fãs da novela que conseguiram ler até agora sem querer me matar, por que eu falei muito mal, mas falei a verdade, de Balacobaco, eu peço que esperem mais quinze minutinhos, por que o próximo bloco dessa coluna só vai falar dos pontos fortes da novela, você não pode perder!