IDENTIDADE SECRETA – 2 CAPÍTULO

identidade secreta bammer

NO CAPITULO ANTERIOR…

Há uma vila chamada Gyura, é uma vila quieta, isolada, tranquila, recebia os lindos Raios de Sol da tarde, que outrora iluminava a janela do quarto de Dana Walthowiski, a filha de Andy e Caroline Walthowiski.

E de repente o celular saiu um infravermelho, identificou todo o local, e disse.

LOCAL SEGURO, PROSSEGUIR MENSSAGEM PRIVADA.

Um homem extremamente gordo e com a barba feita, disse.

-Olá Andy, a quanto tempo. Bem, se você abriu esse envelope, certamente está disposto a prosseguir com ele. Bem, daqui a algumas horas John Malvovik irá dar inicio a uma troca milionária no centro de Miami, necessariamente na balsa de Miami. Para que esse segmento dê inicio, você deve escolher, a pílula azul, ou a vermelha.

Andy olhou em um saquinho duas pílulas de cores diferentes.

-A pílula azul, significa que você aceitou a missão, e ela irá te proteger contra varias coisas, entre elas envenenamento, e hemorragia por bola. A pílula vermelha significa que você não aceitou a missão, ela fara com que você desmaie por alguns minutos, enquanto a sua memoria é apagada nesta ultima hora. A escolha é sua Andy, salve o seu país.

E novamente uma mensagem holográfica se seguiu.

ESSE DISPOSITIVO IRÁ EXPLODIR EM 10, 9, 8…

Faça a sua escolha Andy – Pensou.

5,4,3…

Ele pegou a pílula vermelha levou até a boca, e então…

CONTINUAÇÃO IMEDIATA DO CAPITULO ANTERIOR.

Esqueça o passado, e siga em frente…

Disse sua consciência.

Andy ignorou a consciência, e colocou a pílula vermelha na boca, e a engoliu.

De repente, uma sensação de frio, medo, gelado, pavor, medo tomou conta de seu corpo, sem se conter, sem forças debruçou sobre a mesa, derrubando folhas ao chão.

3, 2, 1…

O Celular explodiu.

-Escuro, Gelado. Escuro.

Sua mente agora começa a ficar escura.

Escuro e Gelado.

Parecia que estava morrendo. E então, a dor passou a frenesi se acalmou. Respirou fundo. Levantou-se do chão. Abriu a porta, caminhando para a cozinha, ele se deparou com a filha, a esposa e a empregada Gladis.

-Papai!

Ele nada fez nada.

-Querido? Está tudo bem?

-Sim, eu… eu vou ter que sair.

-Sair? C.como assim? Agora?

-Sim, eu… eu vou ter que sair. Agora.

-Pra onde? Pra quê?

-Preciso sair – pausa – Amo vocês.

Andy dá as costas para a família. Esposa e filha degustam estranhamente a refeição deliciosa.

EXT-CASA DE ANDY-JARDIM-NOITE

Andando as pressas. Andy joga uma bolsa no seu conversível. E sai apressado.

Um pensamento. E qual pensamento? O que aquela pílula fez com Andy?

INT-CENTRO DE MIAMI-SALGÃO-MADRUGADA FRIA

João Paulo e alguns outros capangas, se vestia de terno.

João Paulo usava um pequeno disfarce, sua roupa cai meio exagerada, se vestia com um casaco roxo modernizado e um colete verde, que se tem um tom de morto, limo, putrefação (igual o usado por Heath Ledger com o Coringa). Para um toque final, um óculo meio claro e meio escuro cobria-lhe os olhos.

Os capangas a mando de John ficavam a espreitas, armados e atentos a quaisquer movimentos de súbito.

O local aonde eles estavam era um lugar frio, um salgão abandonado no meio do centro de Miami, e poucos minutos da Brodway. Aquele lugar realmente parecia uma Higway Urbana, o salgão era velho e recaído, sem nenhuma vegetação, nem móvel, nada, apenas a escuridão dos lugares mais pútridos.

Apreensivo e nervoso, João se tocava, certificando que tudo estava em seus conformes. E estava.

Um barulho intenso, que demonstrava um suspense entre os demais, uma sensação de temor, medo, de ter calafrios. Um barulho que se fosse de um taco de Beisebol batendo contra a parede, algo assim.

TOFF, TOFF, TOFF, TOFF, TOFF…

-O que é isso?! – Arqueja João.

TOFF, TOFF, TOFF…

-Calma, meu caro. Seu pai não falou de mim?

E um rosto começa a aparecer na sombra do abismo do salgão. Um rosto com uma cicatriz enorme pegando do olho esquerdo ao canto do lábio inferior da direita.

-V.Você é o…

-Sócio? Sim, eu sou.

João Paulo se recompõe, cumprimenta o homem, que em suas mãos segura um taco de Beisebol.

-Seu nome? – Pergunta João, sem olhar para o homem.

-Pessoas me chamam de Stylus.

-Pra quê o taco? – Outra pergunta de João.

-Me sinto seguro.

 

João estranha, olha para o homem que está de perfil. Mas depois volta a sua pose normal. João, Stylus e os capangas de Malvovik esperam a encomenda.

EXT-QUARTEL GENERAL-GARAGEM-MADRUGADA

Com o seu possante em alta velocidade pelas ruas abandonadas de Miami. Se encontra Andy.

O carro de Andy contorna a esquina, fazendo um Drifit, não batendo numa lata de lixo por pouco. O carro pega velocidade. A turbina do carro lateja. Andy apalpa o freio de mão. E a seguir, ele puxa, com uma força brusca. O carro derrapa, fazendo um barulho estrondoso. Mas nada acontece. O carro para de frente a um enorme prédio.

Na frente do carro, a placa diz A.N.D.Y 1512. E de uma forma clássica, e exuberante, memorial, Andy abre a porta do carro. E desce, segurando sua bolsa negra, com seus pertences. Ele se aproxima de um telefone em frente ao prédio e disca os números: Trinta, 31, 76.

E algo o suga para baixo. Tão rápido quanto a sua freada com o carro.

INT-CASA DE ANDY-QUARTO DE ANDY-MADRUGADA

-Mamãe…?

-Sim, querida?

-Onde que o papai foi?

-Eu não sei, meu bem. Eu não sei.

Caroline apalpa os fios dourados do cabelo da filha, e olha para o luar através da janela.

-Volte a dormir, talvez quando acordarmos ele esteja aqui.

A pequena, se vira para o outro lado, e volta a dormir.

A noite nunca foi tão longa para Caroline em toda a sua vida.

EXT-QUARTEL GENERAL-RECEPÇÃO-MADRUGADA

A porta do elevador se abre. E de lá sai Andy. Nem um pouco carismático. A pessoas batem palmas mas, eles as ignora. E vai direto para o seu superior.

-Que bom que está de volta, Andy – Cogita o General.

-Senhor, me desculpe pelo que irei fazer, mas o senhor irá entender depois…

E nesse momento, Andy leva sua mão para a face de seu General, um murro na face fortemente que fez o General pedir apoio após quase cair no chão.

Recuperado ele disse:

-Sim Andy. Eu entendo me desculpe. Mas é por um bom motivo. De qualquer forma, você não poderia ter feito isso comigo, mas como somos amigos de longa data, e como eu, aliás, todos nós precisamos de você, deixaremos passar.

-Sim… Claro…

-Vamos, estamos atrasados. Precisamos Correr Contra o Tempo.

O General explicou tudo para Andy, tudo bem detalhado. Andy se aprontou, armado, e disfarçado, foi até o Helicóptero que o esperava no Point.

-Eu confio em você! – Diz o General.

O helicóptero sobrevoa.

INT-CENTRO DE MIAMI-SALGÃO-MADRUGADA FRIA

Impacientes,  João Paulo, e Stylus aguardam.

Mas, eis que algo é escutado aos céus. Um Helicóptero.

-Chegaram, chegaram.

-Calma garoto, mantém a calma, e faça como o combinado. Somos o mocinho desta historia.

-Beleza.

O helicóptero pousa. E de lá desce George, não Andy, mas George.

Messieurs, excusez-moi mon accent, mais je suis français, mais qui parlait la langue de vous que je parle très bien …- Agora no Idioma Original – Sabe desculpe minha demora, esses estúpidos parecem que não sabem pilotar.

-Compreendo – Diz friamente Stylus apalpando o taco.

-E o taco? Pra quê? – pergunta Andy/George

-Me deixa seguro.

-Hummm, sei. Bem…

Ambos caminham para o meio do salgão. Lá já preparado se encontra uma maleta dourada, lacrada. Um dos capangas de John, trás outra do mesmo modo.

-Aqui está. Eu trouxe o que me pediram. Agora vocês trouxeram o que pedi?

-Sim, trouxemos – Diz João, sem olhar nos olhos de George.

George pega a maleta, e a abre. E várias notas de 100 dólares fresquinhas latejam brilhantes sobre a luz da lua.

-Ótimo, esta tudo aqui, e novinhas como eu gosto.

-E a nossa?

-Aqui está…

RITIMO. SUSPENSE. CLIMA TENSO.

George abre a maleta e lá dentro, o que era para conter diamantes na verdade temuma Espingarda Boito 12 Gauge. E então George/Andy começou a atirar sobre os capangas.

Alguns argentes acompanhado de Andy já estavam escondidos a muito tempo em um barco a 50 metros dali. E eles também atiraram.

-Droga! Eu falei que a gente estava sendo vigiados! – Diz João Paulo

-Cala boca, moleque – Diz Stylus – Tá na hora do pau!

E eles começam a atirar. Alguns capangas caem de cima do salgão. Sangue Espirra no ar. Andy atira incansável.

SLOW MOTION EM:

Andy atirando sobre os capangas.

PONTO DE VISTA DE JOÃO PAULO:

Dos capangas de seus pais sendo fuzilados.

PONTO DE VISTA DE STYLUS:

Com Andy em sua mira. Pronto para atirar.

CLOSE UP EM:

João Paulo vendo uma pistola caída no chão. Ele a pega.

João Paulo se levanta do chão. E mira para atirar em Andy.

No ouvido de Andy, uma voz diz “Andy você está na mira de dois”

Droga! –Ele pensa.

SLOW MOTION:

Stylus olha para João Paulo, e diz.

-É hora de morrer! HA HA HA…

E Stylus atira. A bala trepida no peito de Andy que com o impulso, também dispara, sua bala trepida na cabeça de João Paulo. Os agentes de Andy, fuzilam sem dó, Stylus.

Os três caem no chão, simultaneamente.

VISTA DE CIMA DO SALGÃO:

Vários mortos no local. Sangue para todos os lados.

 

                                           CONTINUA…

As Nordestinas | A Dama de João Pessoa

João Pessoa, Paraíba, Nordeste desse Brasil. É mais conhecida como “Porta do Sol” por que é a cidade onde o sol nasce antes de todas as outras das Américas.  João Pessoa também é a cidade que arrecada mais impostos para o estado, devido a suas indústrias, seu comércio, suas praias e seus monumentos arquitetônicos. E se você quiser saber mais, ela ainda é a segunda capital do mundo com maior área verde, perdendo apenas para Paris. É a terra de Luisa, aquela que foi para o Canadá e também da nossa heroína de hoje: A dama de João Pessoa.

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No bairro de Cabo Branco, considerado um lugar para o pessoal de Classe A, mora Giovana, uma mulher nada simples que praticamente mora na Rachel Boutique e no salão mais famoso da cidade, a Belezária. O sol de sete horas da manhã estava pendurado no céu azul de sexta-feira paraibana. E o casal Batista estava sentado a sua mesa de café da manhã na beira da piscina tomando o seu desjejum matinal.

Mario – O que vai fazer hoje querida?

Giovana – Bem, primeiro, eu vou à Rachel escolher um vestido para o jantar de hoje à noite, depois volto para malhar um pouquinho, comerei o meu lunch e sigo para a Belezária fazer meu cabelo.

Mario – Alguma ocasião especial?

Giovana – Amor, como você esqueceu? Hoje é o jantar da Ana, aquela perua!

Mario – Problemas no trabalho, mas se você não gosta dela por que vai?

Giovana – Homens… Eu vou por que toda a High Society vai estar lá e nós não podemos faltar é claro.

Mario – Então aproveite o seu dia de rainha que eu vou honrar as joias da coroa.

Giovana – Tchau, tchau, meu amor.

Após terminar de comer sua geleia de frutas naturais, Giovana se levantou e pediu ao motorista que tirasse o carro, ele já sabia para onde ela iria.

 

O carro de Giovana era farejado de longe pelas vendedoras na Rachel Boutique, ela é uma das melhores clientes da loja e as comissões que elas ganhavam por vender a ela são sempre altas.

Giovana – Hello, queridinha…

Carlinha – Dona Giovana que prazer tê-la aqui a esta hora da manhã, o que a fez interromper seu sono de beleza?

Giovana – Sono da beleza é desculpa pra feio dormir, mulheres de classe como eu acordam junto ao sol para dar luz ao dia.

Carlinha – Então, o que deseja?

Giovana – O melhor vestido de festa que essa boutique já viu!

Carlinha – Certamente para o jantar da Ana Muller não é mesmo?

Giovana Exatamente, e eu quero O vestido.

Carlinha – Com muito prazer, venha por aqui.

E Carlinha mostrou quase a boutique toda a Giovana quando esta escolheu o vestido, coincidentemente o mais caro da coleção. No caixa, a dama sacou seu cartão ilimitado da carteira e deu para a moça passar. Mas esta o fez uma, duas, três vezes e o cartão não era aceito.

Moça – Me desculpe informar Dona Giovana, mas o cartão não está sendo aceito.

Giovana – É brincadeira né? Meu cartão é ilimitado! A empresa dele deve estar com problema, só pode.

Carlinha – Olhe, se você quiser, nós podemos mandar para a sua casa e depois solicitamos o cartão.

Giovana – Claro que não, imagina se eu Giovana Mendes Batista irei sair de uma Boutique sem pagar, jamais! Eu vou falar diretamente com o meu marido.

 

Giovana nunca tivera problemas com o pagamento de suas compras e, de repente, o cartão dela não era aceito? Se existe uma pessoa que não se sairá nada bem com essa história é o marido dela que vai ter que enfrentar a cobra.

Giovana – Mario, você não pagou a conta do cartão?

Mario – Claro eu paguei meu amor, por que a pergunta?

Giovana (Histérica) – Por que eu fui comprar o meu vestido, uma mixaria, diga-se de passagem, e o meu cartão platina internacional não foi aceito.

Mario – Droga! Droga! Droga!

Giovana – O que foi? Eu também quero saber!

Mario – A droga do governo desse Estado está me processando por sonegação de impostos e com certeza deve ter trancado nossas contas bancárias e cartões de crédito.

Giovana – Eu não acredito Mario, que você sonegou impostos! Nós temos muito dinheiro…

Mario – Você não faz ideia da fortuna que eles querem extorquir de nós.

Giovana – Eu preciso do meu vestido…

Mario – Tive uma ideia para acabar com essa situação.

Giovana – Conta, conta, conta.

Mario – O governador, o Eduardo, vai estar no jantar dos Muller e eu bem sei que ele sempre arrastou uma asinha para você, é só nós tirarmos proveito da situação para dar um jeito.

Giovana – Você quer me usar? Tu tá achando que eu sou o que? Uma prostituta?

Mario – Claro que não, eu só quero resolver esse problema sem ter que ir ao supremo.

Giovana – Se eu aceitar, como vou a festa sem um vestido?

Mario Querida, você tem mais vestidos que a Rachel Boutique, escolhe um deles.

Giovana – Eu? Uma dama, magnata dos calçados, vestir um vestido duas vezes? É piada!

Mario – Não é piada, é realidade!

 

Em sua casa, Giovana não podia mais fazer nada senão escolher um vestido que ninguém se lembrasse de vê-la usando e conversar com seu Personal Beauty, Washington.

Giovana – Wash, você acredita que o Mario me disse com todas as letras pra mim repetir um vestido?

Washington – Nossa, amiga é mesmo?

Giovana – Ele só faltou me dizer “Vá de calça jeans e camisa regata” vê se pode.

Washington – Nossa, é mesmo amiga?

Giovana – E ele só faltou me pedir pra me prostituir pro Dud… quer dizer, Eduardo, o governador.

Washington – Amiga, nossa, é mesmo?

Giovana – Tudo isso por que ele não pagou um ou dois impostos.

Washington – É mesmo amiga? Nossa!

Giovana – Ah, Wash, você daria um ótimo psicólogo, seus conselhos são ótimos.

Washington – Você acha amiga?

Giovana – Acho!

 

Ficou curioso com o que vai acontecer nesse jantar? Aguarde a versão completa nos dias 30 de junho e  1 julho! Eu te espero aqui 😉

SANGUE FRESCO, BREVE NO CLUBE DO MEDO

Do autor de “Mulheres Opostas” Jhonnatan Carneiro

SANGUE FRESCO - CLUBE DO MEDO

SANGUE FRESCO – CLUBE DO MEDO

De fato, Tom Collin nunca pensou em como morreria, essa era uma parte da vida que ele não queria pensar, não porque tinha medo da morte, aliás da Coisa. Collin morava na cidadezinha chamada Glent Hill, e foi lá que ele presenciou o profundo e tenebroso medo, tinha apenas 12 anos de idade, não 22, e lutou pela primeira vez com a Coisa de Glent Hill, mas essa só era a primeira vez. Haveria outras.
Concerteza haveria outras.

CLUBE DO MEDO

BREVE, NO CLUBE