De Frente com Gabi (24/11/2013) – Marília Gabriela entrevista MC Gui e MC Guimê

De Frente com Gabi (24/11/2013)

O De Frente Com Gabi deste domingo, 24 de novembro, recebe dois personagens considerados grandes estrelas do funk ostentação: MC Gui e MC Guimê. Aos 15 anos, Gui faz uma média de 50 shows por mês e fatura cerca de 100 mil reais. Já Guimê tem 21 anos e ganha cerca de 600 mil reais por mês com seus shows, adora tatuagens e usa muitas correntes.

Marília Gabriela entrevista MC Gui e MC Guimê

Em seu último sucesso, MC Guimê fez a música “País do Futebol” com a participação especial do jogador Neymar junto com o rapper Emicida. O vídeo já passa de 5 milhões de acessos no Youtube em apenas duas semanas da sua publicação. Enquanto “Plaque de 100” (música mais famosa do cantor) ultrapassa os 38 milhões de views.

Já MC Gui ficou conhecido pela música “O bonde Passou” lançado há sete meses. hoje o clipe oficial chega à marca de 26 milhões de acessos.

Na entrevista eles contam suas histórias e falam sobre música, dinheiro e fama.

>> Confira as melhores frases da entrevista:

MC Gui

• Me inspirei nos clipes do Justin Bieber. Não é porque sou funkeiro que não posso gostar de outros estilos.
• Hoje, graças a Deus, a gente pode chegar a uma loja e pedir alguma coisa sem querer saber o preço.
• Não posto nada sobre sacanagem (nas redes sociais) porque meu público é muito teen.
• Meus pais iam junto comigo às matinês.
• Todo lugar que eu vou e tem criança eu viro uma cebola, porque elas me veem e começam a chorar.
• Quero fazer faculdade de música e estudar inglês.
• Sonho em fazer show fora do Brasil.
• Faço de 40 a 50 shows por mês.
• Sou eu mesmo que componho minhas letras.

MC Guimê

• O funk ostentação entrou na minha vida como um grito de liberdade.
• Não chega a ser exibicionismo. A sociedade te obriga a chegar em um lugar com um bom carro para ser bem tratado.
• Fizemos seis shows em uma noite em Porto Alegre. Cada show dura no máximo meia hora.
• A tatuagem é uma cicatriz, mostrando que estou evoluindo.
• Comecei a trabalhar fazendo bico em uma quitanda.
• Hoje a gente prova que o funkeiro anda bem arrumado entre os artistas.
• Meu pai não é de religião, mas é um cara certo e me limitou de fazer músicas com linguajar pesado.

Divulgação SBT