”Essa cirurgia é muito violenta”, diz Cláudia Jimenez ao ”Fantástico”

Neste Domingo, o ‘Fantástico’ entrevistou com exclusividade a atriz Cláudia Jimenez, que se encontrava internada e que recebeu alta na última quinta feira. Na ocasião ela comentou sobre o que passou e sobre o apoio dos fãs: ‘A gente que é artista, que está na casa das pessoas. Realmente as pessoas rezam por você, fazem corrente, fazem energia positiva, mandam recado, presente, flores. É uma coisa muito linda’. Ela precisou substituir uma válvula aórtica, tendo de colocar 4 stent em sua safena.

Cláudia teve seu coração parado durante 7 horas, quando um artificial bombeava o seu sangue. Foi ai então que substituiram a válvula, utilizando uma com pele de boi.

‘Essa cirurgia é muito violenta, a gente fica um pouco escangalhada. Que nem a gente dizia: ‘meu brinquedo escangalhou’. Essa palavra. Eu estou meio escangalhada. E acho que aos poucos eu vou retomando, voltando ao meu normal. Você ficar em um CTI toda entubada, com drenos, serrarem o teu osso ao meio, ficar sete horas numa cirurgia, o teu coração ficar parado. Se isso não mudar você, nada mais muda. E daí a gente vê também o que é realmente importante na tua vida. Eu passar sem a minha família, sem a Stella Torreão’, revelou ela, ao programa global, se referindo a sua ex namorada.

‘Stella foi o maior amor que eu vivi. Nossa Senhora, eu não sei em que lugar botar a Stella. Depois da minha mãe e das minhas irmãs é a Stella. É um anjo da guarda. Aí, uma vez eu falei para uma amiga: ‘Nossa que bom ter encontrado alguém tão amiga, tão fiel, tão cúmplice na vida e que ficou pra sempre’. Aí, a minha amiga falou assim: ‘Cláudia, você deve merecer, porque nem todo mundo merece encontrar anjos’, completou ela.

A atriz pretende voltar ao trabalho após 4 meses: ‘Eu só quero voltar a trabalhar quando estiver cem por cento’.

Leonardo Gabriel

No ‘Fantástico’ deste Domingo 05/08/2012 – Brasileiros vítimas de homofobia relatam seus dramas

O Fantástico está preparando uma reportagem especial sobre homofobia para este domingo (5). Abrimos uma linha exclusiva para os brasileiros que sofreram algum tipo de violência física, discriminação, humilhação ou ameaça contarem suas histórias. E um relatório oficial aponta: o preconceito começa em casa.

Divulgação: Globo